A Fiesp do golpe é a Fiesp da terceirização sem limites

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A Fiesp do golpe é a Fiesp da terceirização sem limites

Em entrevista à Rádio CUT, secretária da Central aponta atalhos que organização quer segui

“O operário nos Estados Unidos come seu sanduíche com a mão esquerda enquanto opera a máquina com a mão direita.”

A frase do atual vice-presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Benjamin Steinbruch, em entrevista à Folha de São Paulo, em 2014, tomou conta das redes sociais no último fim de semana e ajudou a desmascarar o verdadeiro projeto da maior organização patronal do país. A mesma que apoiou o golpe civil-militar de 1964.

Na entrevista, Steinbruch propõe flexibilização da CLT (Consolidação das leis de trabalho) e defenda que o acordo se dê por meio de negociação entre patrão e empregado, em detrimento do que é estabelecido em lei e conquistado pelos sindicatos.

Em entrevista à Rádio CUT, a secretária de Relações do Trabalho da CUT, Maria das Graças Costas, fala sobre o tema e aborda também os próximos passos da campanha do Fórum em Defesa dos Trabalhadores Ameaçados Pela Terceirização.

Terceirização sem limites que é uma das pautas centrais do patronato para diminuir custos e ampliar com o rebaixamento de direitos.

Fonte: CUT Brasil

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